Gianna representa para as famílias um modelo do maior mandamento “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, com toda tua força e de todo o teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10,27). Desde muito nova, acolheu o dom da fé e a educação cristã que lhe foi ensinada por seus pais. Cresceu praticando sua fé com um compromisso de apostolado entre os jovens e de caridade com os idosos.
Por meio desta, entregou-se à vocação matrimonial, com entusiasmo e total doação, para formar uma família realmente cristã.

Durante uma vida de entrega à vocação cristã, Gianna demonstrou-se uma mulher completa e totalmente feliz;0 e no momento da dor, não se deixou abalar. No início da gravidez de seu quarto filho, Gianna foi atingida pelo sofrimento e pela dor quando apareceu um fibroma em seu útero. Submetida à cirurgia, mantem-se firme na fé, pedindo pela vida de sua filha. Com o sucesso da cirurgia, reforça sua gratidão a Deus e vive os restantes sete meses de gravidez com sua fé inabalada, suplicando a Deus pela saúde de sua filha.

Dias antes do parto, cheia do amor que a maternidade representa, está pronta para sacrificar-se por sua filha. Na manhã de 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela. Apesar dos esforços para salvar sua vida, na manhã de 28 de abril, em meio a fortes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo”, Gianna Beretta morre santamente. Foi beatificada por João Paulo II, no dia 24 de abril de 1994, no Ano Internacional da Família e canonizada em 16 de maio de 2004.

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